F1: Renault pode deixar a Fórmula 1

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A fornecedora de motores Renault, revelou hoje que pode deixar a Fórmula 1. Um dos principais motivos foi o desempenho das duas equipes que utilizam o motor: Red Bull e Toro Rosso.

A novela começou após o GP da Austrália. Daniel Ricciardo não conseguia ultrapassar a Sauber de Felipe Nasr e terminou a prova em sexto e Daniil Kvyat abandonou ainda na volta de instalação. A fornecedora francesa foi duramente criticada por Christian Horner, chefe da Red Bull, que ameaçou até mesmo deixar a categoria máxima do automobilismo. Segundo um dos diretores da Renault, Adrian Newey, Horner mentiu sobre o motor e disse que é "difícil trabalhar quando o outro lado mente."

A parceria entre a equipe e o motor coloca em crise uma das maiores parcerias da Fórmula 1 na última década. A parceria rendeu à escuderia os títulos de piloto e construtores de 2010, 2011, 2012 e 2013, além do vice-campeonato de construtores de 2014.

Houve até mesmo uma sondagem de que a Red Bull estudava criar seu prórpio motor, mas Christian Horner desmentiu.

Em toda a história da Renault na Fórmula 1, foram 168 vitórias, 310 pódios, 6.597,5 pontos, sendo a segunda fabricantes de motores que mais pontuou, além do título de pilotos de 1992 e 93, 95 à 97, 2005 e 2006 e 2010 à 2013.

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