F1: Após Senna, medidas de segurança evitaram outras mortes

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Após os acidentes fatais de Roland Ratzenberg e Ayrton Senna, em 1994, várias medidas de segurança foram adotadas para evitar outras mortes na Fórmula 1. Não foi o suficiente para salvar Jules Bianchi, que morreu nesta sexta-feira, mas salvou pilotos como Robert Kubica e Felipe Massa.

As mudanças incluíram áreas de escape maiores, cockpit mais fechado, reforço da cápsula de segurança e reforço na estrutura dos capacetes.

Em 2007, durante o Grande Prêmio do Canadá, o piloto polonês Robert Kubica, da BMW, bateu no muro e teve seu carro destroçado num acidente cinematográfico. O piloto sobreviveu e, no ano seguinte, venceu no mesmo circuito.
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Em 2009, durante a qualificação para o Grande Prêmio da Hungria, o piloto brasileiro Felipe Massa foi atingido por uma mola que havia se soltado do carro de Rubens Barrichello. O impacto foi semelhante a um tiro de grosso calibre. Massa foi parar na desacordado proteção de pneus e só voltou para as pistas em 2010.
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Em 2010, Mark Webber voou após bater na Caterham de Heikki Kovalainen no GP da Europa, em Valência.
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Porém, as mudanças não seriam capazes de evitar o acidente de Jules Bianchi, uma vez que um fator externo (um trator) estava na pista molhada e sem a entrada do safety car.

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