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| FOTO: Karin Sturn |
No ano seguinte assinou com a Lotus, o grande salto da sua carreira e, logo na segunda corrida de 1985, também sob forte chuva, venceu o Grande Prêmio de Portugal. Na mesma temporada também venceu o GP da Bélgica.
Em 1988, após brigar pelo título em 97, entrou na McLaren para correr ao lado de Alain Prost, o que seria o time dos sonhos. Não deu outra, apenas uma corrida não foi vencida pela dupla, mas o título caiu nas mãos de Senna.
Incomodado, Prost não aceitava ser batido por um piloto recém chegado na equipe. No ano de 1989, o título sobrou, novamente, para a dupla, mas um choque com Senna causado por Prost rendeu o título ao francês. No ano seguinte, Senna, da McLaren, deu o troco em Alain, já pela Ferrari, dando o bicampeonato ao brasileiro.
Sua última vitória foi no GP da Austrália de 1993. Em 94, Senna foi contratado para substituir Alain Prost, que acabara de ser campeão e tinha resolvido se aposentar definitivamente. As mudanças no regulamento deixaram o carro muito instável e sem confiabilidade. Senna abandonou as duas primeiras corridas do campeonato.
A terceira corrida foi em Ímola. Na sexta-feira, o jovem Rubens Barrichello sofreu um sério acidente nos treinos livres e não pôde participar da prova. No sábado, o piloto austríaco Roland Ratzenberger faleceu após uma forte batida. Senna, que se preocupava muito com a segurança dos pilotos, ficou abalado e parecia não querer participar da corrida no domingo.
Durante a corrida, Senna tentava defender a posição do ataque de Michael Schumacher, mas uma possível quebra na barra de direção fez com que o brasileiro perdesse o controle e atingisse o muro em cheio. Foi a última morte na Fórmula 1 até Jules Bianchi, que faleceu em 2015.
Senna, até hoje, é considerado um dos maiores pilotos de automobilismo que já existiu.

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