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Massa estreou na Fórmula 1 em 2002, pela Sauber, ao lado do alemão Nick Heidfeld. Seus primeiros pontos vieram na mesma temporada, na Malásia, segunda corrida do campeonato. Felipe não completou seu primeiro Grande Prêmio do Brasil, vencido por Michael Schumacher. A prova foi marcada pelo Pelé, futebolista brasileiro que esqueceu de dar a bandeirada no final da prova.
Em 2003, Felipe Massa foi contratado como piloto de testes da Scuderia Ferrari, que tinha como titulares o alemão Michael Schumacher e o brasileiro Rubens Barrichello. No ano seguinte, Massa retorna à Sauber para correr ao lado do italiano Jarno Trulli. Na última corrida, no Brasil, Massa conquista seus primeiros pontos em casa e ainda conseguiu liderar duas voltas da prova vencida pelo colombiano Juan Pablo Montoya.
Em 2005, ainda pela Sauber, Massa teve o desafio de competir ao lado de Jacques Villeneuve, campeão de Fórmula 1 em 1997. O brasileiro terminou à frente do canadense em quase todas as etapas. Após Rubens Barrichello resolver deixar a Ferrari depois uma manobra de Michael Schumacher nos Estados Unidos, Massa foi confirmado como titular do time italiano para a temporada seguinte.
Em 2006, Massa estreou na Ferrari ao lado do heptacampeão Michael Schumacher. Seu primeiro pódio veio no GP da Europa, terminando na terceira posição, com Schumacher em primeiro e Fernando Alonso em segundo. Sua primeira vitória veio no GP da Turquia.
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"Nunca vou esquecer esse dia. O dia que sempre sonhei e esperei. Acho que sou iluminado".
Em 2007, após a aposentadoria de Schumacher, o finlandês Kimi Räikkönen foi contratado e se aproveitou da disputa interna entre os pilotos da McLaren para conquistar o título.
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Para se sagrar campeão, Massa precisaria vencer e Hamilton deveria chegar em sexto. No final da prova, Hamilton foi ultrapassado pelo então promissor Sebastian Vettel e caiu para sexto, entregando o título ao brasileiro. Felipe venceu a corrida e, enquanto ele, a torcida e o time já comemoravam o título, Hamilton ultrapassou Timo Glock, tirando o campeonato das mãos do Massa. O GP do Brasil foi sua última vitória até hoje.
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Em 2010, já recuperado, Massa tem um novo companheiro de equipe, o bicampeão Fernando Alonso, que havia se envolvido em polêmicas nas últimas equipes pelas quais passou, McLaren e Renault, e na Ferrari não foi diferente. Massa chegou ao pódio nas duas primeiras corridas e chegou a liderar o mundial em um determinado momento.
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No GP da China, Massa foi ultrapassado por Alonso na entrada do pit, causando um mal estar entre eles. No GP da Alemanha, Felipe liderava a prova e teve que dar a posição para Alonso. A partir deste momento, a Ferrari começou a beneficiar Alonso, assim como fazia com Schumacher em cima do Barrichello.
Após oito anos vestindo o macacão vermelho, Massa deixa a Ferrari, dando espaço ao seu ex-companheiro, Kimi Räikkönen. O brasileiro foi para a Williams, que ressurgiu após algumas temporadas abaixo da média. Sua primeira parte da temporada de 2014 foi bastante conturbada, com três fortes acidentes, no Canadá, na Inglaterra e na Alemanha. Na segunda metade conquistou seu primeiro pódio no time, na Itália, casa de sua antiga equipe. Massa voltou ao pódio no Brasil.
Em 2015, Felipe Massa teve um bom início de temporada, com direito a dois pódios e grandes disputas por posição, na Áustria e na Inglaterra, onde liderou boa parte da prova.
Este ano, 2016, é o último ano de contrato com a Williams e ainda não se sabe se Massa vai continuar no time ou se anuncia sua aposentadoria.
Felipe Massa está, hoje, no rankking dos maiores pilotos brasileiros. Seu filho, Felipe, vai, aos poucos, seguindo os mesmos caminhos do pai. Felipinho acompanha seu pai em várias provas e já ganhou de presente um kart, para dar seus primeiros passos nas pistas.
A próxima etapa da Fórmula 1 será no próximo domingo (1), às 09:00, na Rússia.





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